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Opinião

Vacinei. Jacaré sim, mas crocodilo não.

Até que enfim

Vacinei. Jacaré sim, mas crocodilo não.
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Quando recebi a primeira dose da AstraZeneca não consegui definir bem a emoção. Parei a moto a alguns metros de distância do Centro de Convivência Trajano Quirino Bicalho e orei a Deus em agradecimento, ainda sem tirar o capacete.

As vacinas contra a Covid-19 garantem proteção porque previnem a doença, especialmente nas formas graves, reduzindo as chances de mortes e internações. Embora não impeçam o contágio e nem a transmissão do vírus, a vacinação é essencial, já que induz o sistema de defesa do corpo a produzir imunidade contra o coronavírus pela ação de anticorpos específicos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

E pensar que pessoas autorizadas a receber a primeira dose da vacina estão adiando a vacinação porque querem escolher a marca do imunizante, mesmo com a recomendação das autoridades de saúde de que a população deve tomar a vacina disponível.

Palhaçada esse papo de Jacaré. Bolsonaro tem muita culpa na regressão do Plano Nacional de Imunização ao questionar as vacinas e dizer que “se você virar jacaré é problema seu”. Eu que já tomei tanta coisa ruim na vida: pinga “incha pé”, “cangibrina”, “cachaça com raízes do Zé da Vovó”, dividi copo babujado, Cerveja Malt 90, Schincariol quente e já lotei o carro de Estrella Sirius, vou lá ter medo de virar um aligátor?

Nem tudo está perdido, ao menos não fui ameaçado de me transformar em crocodilo, que mesmo com a boca fechada tem o quarto dente canino da mandíbula inferior encaixado num furo e sobressaindo por aquela cara feia.

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